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CORONAVÍRUS: INFECTOLOGISTA DA FASEH FALA SOBRE NOVO ALERTA MUNDIAL

Uma nova ameaça à Saúde Global bota em alerta autoridades da área em todo o mundo e provoca reunião da OMS, em Genebra. O número de casos aumentou para mais de 400, o de mortes chegou a 9 e o primeiro paciente foi registrado nos EUA. Aqui no Brasil,  a SES de MG avalia caso suspeito do novo vírus, batizado de 2019-nCoV, internado no Hospital Eduardo de Menezes da rede Fhemig em Belo Horizonte.

CDC de olho no Coronavírus

O CDC (Centers for Disease Control and Prevention), em Atlanta, nos EUA, está auxiliando a Organização Mundial de Saúde e concentra as investigações sobre a nova ameaça no país norte-americano.  Em nota no site oficial, o CDC comunica que “está monitorando de perto um surto causado por um novo coronavírus identificado pela primeira vez em Wuhan, província de Hubei, China. As autoridades chinesas identificaram o novo coronavírus, que resultou em cerca de 300 casos confirmados na China, incluindo casos fora de Wuhan, com casos adicionais sendo identificados em um número crescente de países internacionalmente. O primeiro caso nos Estados Unidos foi anunciado em 21 de janeiro de 2020. Há investigações em andamento para saber mais”.

Pesquisadores parceiros da Faseh

Pesquisadores parceiros da Faseh, das Universidades de Stanford e Emory, os Drs. Juan Leon e e Jessica Fairley (Emory), e Desiree Labeaud (Stanford) trabalham junto ao CDC na área de pesquisas de doenças infectocontagiosas, emergentes e reemergentes e, todos os anos, vêm a Minas para pesquisas aqui, inclusive no hospital Eduardo de Menezes.

Infectologista da Faseh fala sobre Coronavírus

Prof. da Faseh Carlos Starling fala sobre coronavírus
Dr. Carlos Starling: infectologista e professor da Faseh

Em depoimento à Agência de Notícias, o Dr. Carlos Starling explicou o que é o Coronavírus e que cuidados devem ser adotados para controlar a epidemia do novo vírus.

“Como conter uma epidemia, deste tipo de vírus, ainda não sabemos. Não sabemos, com certeza, a maneira como ele surgiu e não sabemos a forma de transmissão. Parece que ele se transmite de pessoa a pessoa, como qualquer outro vírus respiratório. Então, lavar as mãos é fundamental, evitar ambientes fechados, o uso de máscaras para quem está contaminado é ideal e também para quem vai lidar com essas pessoas. Têm que usar máscara com filtro especial. E uma Vigilância Epidemiológica extremamente cuidadosa, principalmente, com as pessoas que estejam vindo da região afetada. Hoje, podemos considerar vários países da Ásia, como China, Tailândia. Pessoas que chegarem destes locais no nosso país, com sintomas respiratórios, devem ser avaliadas com todo cuidado e colocadas em precauções respiratórias, até que se saiba, exatamente, do que se trata.
Conter uma epidemia desta natureza é complicado, na medida em que não temos ainda uma vacina e tratamento eficaz. Então, o que deve ser feito são os cuidados e a vigilância e aguardar para que as pesquisas avancem para um tratamento, um antiviral efetivo ou de prevenção com vacina. Estas são as recomendações gerais que foram utilizadas para a SARS que, também, foi um coronavírus que ocorreu, alguns anos atrás, exatamente, na Ásia. Geralmente, estes vírus são uma mutação que passam de suínos para humanos ou de aves para humanos. Este ainda não sabemos qual foi a origem genética dele. E, como se trata de um vírus novo, isso merece uma atenção muito especial, principalmente, por passar de pessoa para pessoa”.

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